domingo, 31 de julho de 2011

Um poema feito pra mim , pelo meu amigo Denis Alexandre.


O que há por detrás desses lindos e expressivos olhos verdes?
Eles me chamam a atenção sim, assim como atraem olhares de outros normais que, como eu, apreciam o belo, o especial, o raro.
Mas o que mais me intriga nessa menina é aquilo que ela ofusca sob sua retina.
Sagaz, sabe o quanto é capaz;
Quando quer, mostra suas garras de mulher;
E quando atina, volta a ser aquela insegura menina;
Traz nos olhos marejados por lembranças a cor da viva esperança.
E o que espera, aonde quer chegar?
E pra onde vai, quem há de consigo levar?
Há de saber que antes de chegar a algum lugar
É preciso se encontrar.
Fazer a viagem que nos leva pra dentro
Onde somos e ocupamos todo o centro.
É preciso se enfrentar no espelho
Sem maquiagem, sem roupa, sem batom vermelho.
Colorir com a cor dos seus olhos seus sonhos pueris
Amar-se de verdade e ser todo dia um pouco mais feliz.

Para minha amiga Paulla Okamura, com amor e carinho,
seu amigo, Denis Alexandre.

Algumas pessoas riem
Algumas pessoas choram
Algumas pessoas vivem
Algumas pessoas morrem

Algumas pessoas correm
Direto para o fogo
Algumas pessoas se escondem
De seus desejos

Mas nós somos os amantes
Se você não acredita em mim,
Então olhe dentro dos meus olhos
Porque o coração nunca mente

Algumas pessoas lutam
Algumas pessoas caem
Outras fingem
Não ligar para nada

Se você quiser lutar,
Eu ficarei ao seu lado
No dia que você cair,
Eu estarei bem atrás de você

Para recolher os pedaços
Se você não acredita em mim,
Olhe dentro dos meus olhos
Porque o coração nunca mente
 
 

Tradução de Lies - Mcfly


Melhor buscar abrigo,
Você é um furacão cheio de mentiras
E a maneira pela qual você conduz,
Ninguém sairá daqui vivo
Então nos faça um favor
Você encontraria alguém mais para culpar?
Porque suas palavras são como balas e eu sou a mira da sua arma

Sim, eu posso encher um livro
Com coisas que não sei sobre você, baby
Você não entendeu mal
Mas você tem que, você tem que ir!

Mentiras! Vivendo em uma fantasia,
Mentiras! Nem mesmo conhecer a realidade,
Mentiras! Quando você começa a falar, eu começo a andar
Mentiras! Mentiras! Mentiras!
Nem quer saber a verdade
Mentiras! O diabo tem os olhos em você, garota
Quando você começa a falar, eu começo a andar
Mentiras! Mentiras! Mentiras!

Então não esqueça seu cinto de segurança,
Você não pensa em pegar o telefone
Melhor fazer suas orações
Porque você nunca chegará a tempo em casa
Você não viu o semáforo?
A última decisão foi sua última,
Porque você não pode voltar atrás
Uma vez que você está deitada nos vidros quebrados
Você tem que me ouvir dizer, quem rirá por último
Agora?
Sem mais desculpas
Sem mais fugas
Apenas Deus pode te salvar agora
Deus pode te salvar agora
Porque eu sei a verdade
O tempo está indo embora!









Eu sinto falta desses olhos azuis
De como você me beijava de noite
Eu sinto falta de como a gente dormia

Como se não houvesse nascer do sol
Como o gosto do seu sorriso
Eu sinto falta de como a gente respirava

Mas eu nunca te disse
O que eu devia ter dito
Não, eu nunca te disse
Eu simplesmente segurei dentro de mim

E agora
Eu sinto falta de tudo sobre você
Não acredito que eu ainda te quero
E depois de tudo o que a gente passou
Eu sinto falta de tudo em você
Sem você

Eu vejo seus olhos azuis
todas as vezes que eu fecho os meus
Você deixa dificil de ver
À que lugar eu pertenço
Quando eu não estou com você
É como se eu estivesse sozinha comigo mesma

Mas eu nunca te disse
O que eu devia ter dito
Não, eu nunca te disse
Eu simplesmente segurei dentro de mim


A garrafa da meia-noite leva comigo
As minhas memórias e tudo volta para mim
A garrafa da meia-noite torna real o que parece faz de conta
Então posso ver um pouco mais claramente
Como cada único movimento que você faz para me beijar
Tão cuidadosamente, nos cantos dos meus olhos sonhadores

Eu tenho uma garrafa da meia-noite, vou bebê-la
Um único bilhete me leva ao tempo que tínhamos antes
Quando tudo parecia tão certo
Se apenas por essa noite tivesse uma garrafa da meia-noite
Para aliviar a minha dor
Quando penso em você e tudo está bem pelo menos por esta noite
Tenho uma garrafa da meia-noite sendo levada pela corrente
Fora da luz da vela, onde posso achá-la em seu tempo
Uma garrafa da meia-noite, eu esqueci como é bom
Era sentir-se em um sonho exatamente como você me tinha
Porque ultimamente andei tropeçando parece que estou me recuperando
Mas eu acho que é só por esta noite

terça-feira, 26 de julho de 2011

O Amor é versátil.



Talvez você já tenha ouvido falar essa expressão: O amor é versátil.
Mas pra mim isso soa como diferente.
Estava eu pensando no amor, pensando em alguém...
Alguém que penso já há alguns anos, com total desejo com total devoção, me refiro à devoção de um jeito mais leve, se é que devoção pode ser leve dependendo do contexto em questão.
Uso esse termo “devoção” porque é sempre ela o motivo de dormir, pois só dormindo posso sonhar coisas ate hoje impossíveis de acontecer, pelo menos por agora. E é por ela também o fato de acordar, pois só acordada posso vê-la passar.
Mas é melhor parar a sessão desabafo e seguir com a questão porque o amor e versátil?
Se versatilidade é sinônimo de inovação, ou seja, uma coisa se inovando , recomeçando se transformando.
Quando você sente amor, esse amor é forte você acha que esse sentimento nunca irá acabar correto?
Já se você vive em outra situação aonde o amor já se acabou você não esta mais com quem você antigamente dizia amar, você deve estar me questionando e afirmando com todas as letras: - Paula o amor acaba sim!!
Eu posso muito bem lhe retrucar: - Dependem as conseqüências da mudança desse amor, se foi com traição, ou algo do gênero.
Eu acredito que se foi um termino pacifico o amor se muda, porque como um casal de química perfeita na cama, carinhosos e fieis um com o outro com tudo certo pode vir a terminar?  , mudança, versatilidade o amor deles se transformou em um carinho.
Você pode ate não estar mais com a pessoa, mais existe afeto, carinho, um cuidado, um afeto isso faz com que o amor não suma apenas inove [isso é versatilidade]. O amor é o único sentimento que não se divide, ele se multiplica. Sendo assim, você pode amar varias pessoas de forma diferente e de intensidade diferente.
Você diria que você ama apenas seu pai? Ou só a sua mãe? Mas nunca os dois juntos? Você pode ate ter mais afinidade com mais de um, Mas o amor é o mesmo na pratica.
Gostaria de finalizar esse texto que pra você talvez não tenha feito sentido algum, ou ate tenha feito, mas não concorda com meu ponto de vista. Mas espero que dê para refletir sobre o amor e suas faces, e se você ama? E com qual intensidade é o amor? E que cara ele tem.



Paula Y. Okamura

Sobre Simplicidade e Sabedoria

 
Pediram-me que escrevesse sobre simplicidade e sabedoria. Aceitei alegremente o convite sabendo que, para que tal pedido me tivesse sido feito, era necessário que eu fosse velho.

Os jovens e os adultos pouco sabem sobre o sentido da simplicidade. Os jovens são aves que voam pela manhã: seus vôos são flechas em todas as direções. Seus olhos estão fascinados por 10.000 coisas. Querem todas, mas nenhuma lhes dá descanso. Estão sempre prontos a de novo voar. Seu mundo é o mundo da multiplicidade. Eles a amam porque, nas suas cabeças, a multiplicidade é um espaço de liberdade. Com os adultos acontece o contrário. Para eles a multiplicidade é um feitiço que os aprisionou, uma arapuca na qual caíram. Eles a odeiam, mas não sabem como se libertar. Se, para os jovens, a multiplicidade tem o nome de liberdade, para os adultos a multiplicidade tem o nome de dever. Os adultos são pássaros presos nas gaiolas do dever. A cada manhã 10.000 coisas os aguardam com as suas ordens (para isso existem as agendas, lugar onde as 10.000 coisas escrevem as suas ordens!). Se não forem obedecidas haverá punições.

No crepúsculo, quando a noite se aproxima, o vôo dos pássaros fica diferente. Em nada se parece com o seu vôo pela manhã. Já observaram o vôo das pombas ao fim do dia? Elas voam numa única direção. Voltam para casa, ninho. As aves, ao crepúsculo, são simples. Simplicidade é isso: quando o coração busca uma coisa só.

Jesus contava parábolas sobre a simplicidade. Falou sobre um homem que possuía muitas jóias, sem que nenhuma delas o fizesse feliz. Um dia, entretanto, descobriu uma jóia, única, maravilhosa, pela qual se apaixonou. Fez então a troca que lhe trouxe alegria: vendeu as muitas e comprou a única.

Na multiplicidade nos perdemos: ignoramos o nosso desejo. Movemo-nos fascinados pela sedução das 10.000 coisas. Acontece que, como diz o segundo poema do Tao-Te-Ching, “as 10.000 coisas aparecem e desaparecem sem cessar.“ O caminho da multiplicidade é um caminho sem descanso. Cada ponto de chegada é um ponto de partida. Cada reencontro é uma despedida. É um caminho onde não existe casa ou ninho. A última das tentações com que o Diabo tentou o Filho de Deus foi a tentação da multiplicidade: “Levou-o ainda o Diabo a um monte muito alto, mostrou-lhe todos os reinos do mundo e a sua glória e lhe disse: ‘Tudo isso te darei se prostrado me adorares.’“ Mas o que a multiplicidade faz é estilhaçar o coração. O coração que persegue o “muitos“ é um coração fragmentado, sem descanso. Palavras de Jesus: “De que vale ganhar o mundo inteiro e arruinar a vida?“ (Mateus 16.26).

O caminho da ciência e dos saberes é o caminho da multiplicidade. Adverte o escritor sagrado: “Não há limite para fazer livros, e o muito estudar é enfado da carne“ (Eclesiastes 12.12). Não há fim para as coisas que podem ser conhecidas e sabidas. O mundo dos saberes é um mundo de somas sem fim. É um caminho sem descanso para a alma. Não há saber diante do qual o coração possa dizer: “Cheguei, finalmente, ao lar“. Saberes não são lar. São, na melhor das hipóteses, tijolos para se construir uma casa. Mas os tijolos, eles mesmos, nada sabem sobre a casa. Os tijolos pertencem à multiplicidade. A casa pertence à simplicidade: uma única coisa.

Diz o Tao-Te-Ching: “Na busca do conhecimento a cada dia se soma uma coisa. Na busca da sabedoria a cada dia se diminui uma coisa.“

Diz T. S. Eliot: “Onde está a sabedoria que perdemos no conhecimento?“

Diz Manoel de Barros: “Quem acumula muita informação perde o condão de adivinhar. Sábio é o que adivinha.“

Sabedoria é a arte de degustar. Sobre a sabedoria Nietzsche diz o seguinte: “A palavra grega que designa o sábio se prende, etimologicamente, a sapio, eu saboreio, sapiens, o degustador, sisyphus, o homem do gosto mais apurado. “A sabedoria é, assim, a arte de degustar, distinguir, discernir. O homem do saberes, diante da multiplicidade, “precipita-se sobre tudo o que é possível saber, na cega avidez de querer conhecer a qualquer preço.“ Mas o sábio está à procura das “coisas dignas de serem conhecidas“. Imagine um bufê: sobre a mesa enorme da multiplicidade, uma infinidade de pratos. O homem dos saberes, fascinado pelos pratos, se atira sobre eles: quer comer tudo. O sábio, ao contrário, para e pergunta ao seu corpo: “De toda essa multiplicidade, qual é o prato que vai lhe dar prazer e alegria?“ E assim, depois de meditar, escolhe um...

A sabedoria é a arte de reconhecer e degustar a alegria. Nascemos para a alegria. Não só nós. Diz Bachelard que o universo inteiro tem um destino de felicidade.

O Vinícius escreveu um lindo poema com o título de “Resta...“ Já velho, tendo andado pelo mundo da multiplicidade, ele olha para trás e vê o que restou: o que valeu a pena. “Resta esse coração queimando como um círio numa catedral em ruínas...“ “Resta essa capacidade de ternura...“ “Resta esse antigo respeito pela noite...“ “Resta essa vontade de chorar diante da beleza...“. Vinícius vai, assim, contando as vivências que lhe deram alegria. Foram elas que restaram.

As coisas que restam sobrevivem num lugar da alma que se chama saudade. A saudade é o bolso onde a alma guarda aquilo que ela provou e aprovou. Aprovadas foram as experiências que deram alegria. O que valeu a pena está destinado à eternidade. A saudade é o rosto da eternidade refletido no rio do tempo. É para isso que necessitamos dos deuses, para que o rio do tempo seja circular: “Lança o teu pão sobre as águas porque depois de muitos dias o encontrarás...“ Oramos para que aquilo que se perdeu no passado nos seja devolvido no futuro. Acho que Deus não se incomodaria se nós o chamássemos de Eterno Retorno: pois é só isso que pedimos dele, que as coisas da saudade retornem.

Ando pelas cavernas da minha memória. Há muitas coisas maravilhosas: cenários, lugares, alguns paradisíacos, outros estranhos e curiosos, viagens, eventos que marcaram o tempo da minha vida, encontros com pessoas notáveis. Mas essas memórias, a despeito do seu tamanho, não me fazem nada. Não sinto vontade de chorar. Não sinto vontade de voltar.

Aí eu consulto o meu bolso da saudade. Lá se encontram pedaços do meu corpo, alegrias. Observo atentamente, e nada encontro que tenha brilho no mundo da multiplicidade. São coisas pequenas, que nem foram notadas por outras pessoas: cenas, quadros: um filho menino empinando uma pipa na praia; noite de insônia e medo num quarto escuro, e do meio da escuridão a voz de um filho que diz: “Papai, eu gosto muito de você!“; filha brincando com uma cachorrinha que já morreu (chorei muito por causa dela, a Flora); menino andando à cavalo, antes do nascer do sol, em meio ao campo perfumado de capim gordura; um velho, fumando cachimbo, contemplando a chuva que cai sobre as plantas e dizendo: “Veja como estão agradecidas!“ Amigos. Memórias de poemas, de estórias, de músicas.

Diz Guimarães Rosa que “felicidade só em raros momentos de distração...“ Certo. Ela vem quando não se espera, em lugares que não se imagina. Dito por Jesus: “É como o vento: sopra onde quer, não sabes donde vem nem para onde vai...“ Sabedoria é a arte de provar e degustar a alegria, quando ela vem. Mas só dominam essa arte aqueles que têm a graça da simplicidade. Porque a alegria só mora nas coisas simples.

Rubem Alves

Amor =Ritual Fortalece a união e reduz o impacto das crises na vida a dois

Não é preciso uma festa de pompa, mas formalizar o casamento num ritual é importante para marcar a mudança de fase na vida do homem e da mulher. Os detalhes da cerimônia, como a troca de alianças e os juramentos de lealdade, falam ao inconsciente dos noivos reforçam os laços de confiança que os ajudarão a superar as dificuldades da vida de casal.

Apesar da libertação sexual conquistada nas últimas décadas, as cerimônias e as festas de casamento estão cada vez mais sofisticadas e profissionais. Parece que, quanto mais a mulher fica independente, mais ela precisa de um grande ritual para marcar sua grande mudança de papel.
Os rituais são tão importantes que resistem ao tempo e à tecnologia. Cada país, religião, cidade ou comunidade acrescenta suas tradições  mas a cerimônia básica continua a mesma .O ritual transforma a pessoa, é como se fosse um procedimento mágico,que a ajuda a passar de um estágio a outro da vida,e, principalmente ,a se despedir do estagio anterior.Ele produz um processo psíquico que facilita a transição.É um rito de passagem.Todas as sociedades têm os seus – para sair da infância e entrar na juventude, para o ingresso e a saída da escola,para entrada na faculdade e no casamento,entre inúmeros outros.
Muitas vezes é tão grande o entusiasmo com a cerimônia, a festa  e o vestido que o fundamental, que é a relação entre os noivos,fica em segundo plano.É claro que todos querem uma bela festa,e alguns sofrem por não ter meios de fazer o vestido mais caro ou o lugar melhor no salão.Mas o importante é que haja o ritual, que ele fale ao inconsciente dos noivos, com a troca de alianças,em meio a flores,musica,convidados queridos e um bolo.Isso pode ser feito com poucos gastos e muito significado,emoção e alegria.
Quando a noiva sai da casa do pai, e entra com ele de braço na igreja, está se despedindo da condição de menina para assumir a de mulher. A morte da garota, da donzela, é acompanhada por todos. Ela agora cumprirá um novo destino, formará uma nova consciência, de mulher e mãe. Solteira, era filha, cuidada, protegida.
Casada começa um novo ciclo. O ritual a prepara para isso. Um ano antes, em geral na companhia da mãe, ela já começa a escolher o vestido, o templo, a música, a comida e vai se envolvendo na grande mudança de vida.
Para o homem a transformação também não é pequena. A despedida de solteiro marca o fim da vida irresponsável, ele vai ser marido e pai. Ao receber a mulher das mãos do pai dela, este simbolicamente lhe diz: ”Eu lhe entrego minha filha, cuide dela”. É um momento marcante. Cada aspecto da cerimônia tem seu simbolismo. A palavra “aliança” vem de aliar, fazer aliado, um companheiro. Quando ela é colocada por um no dedo do outro, este está dizendo, sem palavras através do símbolo, que se compromete naquela relação. Em espanhol, a palavra para “algema” é esposa, pois tal objeto se assemelha a duas alianças que prendem.
O sacerdote diz as palavras do culto e os noivos as repetem. Eles juram perante a Deus que serão companheiros até que a morte os separe. Sabem que hoje a morte referida pode ser não a de um dos dois, mas a do amor, mas juram e se comprometem da mesma maneira.
Casamento não é só felicidade e alegria. Há momentos difíceis, crises, desilusões. A força do ritual ajuda a vencer essas dificuldades, pois valoriza a confiança e a lealdade. O amor pode acabar, mas a verdade não. O dever de um para com o outro é de ser fiel ao juramento, ao afeto, à aliança que trazem no dedo. Quem ama não trai, age como gostaria que o outro agisse, mesmo que isso doa. É o que se espera de alguém com quem firmamos um compromisso.

*Leniza Castello Branco, psicóloga e analista junguiana na capital paulista, é membro da Sociedade Brasileira de Psicologia Analítica (SBPA). E-MAIL:  leniza.castello@terra.com.br