Juro beijar teu corpo sem descanso,
Como quem sai sem rumo pra uma viagem.
Vou te cruzar sem mapa e sem bagagem,
Quero inventar a estrada enquanto avanço ...
Feelings without hours
sábado, 14 de julho de 2012
quinta-feira, 14 de junho de 2012
fala: Meredith Grey
Há algo de animal em todos nós e talvez isso seja algo a ser celebrado. Nosso instinto animal é o que nos faz procurar o conforto, aconchego, um grupo pra andar. Talvez nos sintamos enjaulados, talvez nos sintamos presos. Mas como humanos, ainda podemos achar caminhos para sentirmos livres. Nós somos os protetores uns dos outros. Mais ainda: somos os guardiões da nossa própria humanidade. E mesmo havendo um monstro dentro de todos nós... O que nos separa dos animais, é que podemos pensar, sentir, sonhar e amar. E contra todas as possibilidades, contra todos os instintos... nós evoluimos."
Ironia ...
Eu converso
muito comigo mesma...
Não que eu seja louca, que fale sozinha por ai, mas eu penso muito.
Abro poucas vezes a minha boca, mas penso de mais .
Uma de minhas manias é ocultar e rotular o comportamento de uma pessoa, julgar pela aparência, trejeitos, companhias ate mesmo pelas roupas. Ambiente e expressão corporal então, nem me fale, adoro reparar nisso.
Por incrível que pareça eu detesto rótulos!, você pode ate achar que eu estou em contradição comigo. Mas eu não acho que eu rotule alguém.
Me imagino como autora de um filme, criando uma novela, as vezes é tõ “estranho” que eu consigo prever movimentos das pessoas...
não digo aquela coisa de:
A colher caiu, agora ele abaixa pra pegar... uhul! Acertei.
É mais que isso! É como estudar a cada movimento dela, como se fosse uma matéria...por segundos, minutos.
Algumas pessoas são espalhafatosas, como um personagem feito por Regina Casé.
Algumas são discretas, sistemáticas, poucas vezes dá pra se prever uma atitude ou imaginar oque se passa pela cabeça dela. Como personagens feitos por Fernanda Montenegro.
Sabe, a vida brinca muito com as pessoas... e como se essa tal “VIDA” fosse nada mais do que alguém brincando com milhares de fantoches...
Eu me considero uma ironia , posso prever as atitudes dos outros... mas poucas vezes acerto quando se diz ao meu respeito.
Não que eu seja louca, que fale sozinha por ai, mas eu penso muito.
Abro poucas vezes a minha boca, mas penso de mais .
Uma de minhas manias é ocultar e rotular o comportamento de uma pessoa, julgar pela aparência, trejeitos, companhias ate mesmo pelas roupas. Ambiente e expressão corporal então, nem me fale, adoro reparar nisso.
Por incrível que pareça eu detesto rótulos!, você pode ate achar que eu estou em contradição comigo. Mas eu não acho que eu rotule alguém.
Me imagino como autora de um filme, criando uma novela, as vezes é tõ “estranho” que eu consigo prever movimentos das pessoas...
não digo aquela coisa de:
A colher caiu, agora ele abaixa pra pegar... uhul! Acertei.
É mais que isso! É como estudar a cada movimento dela, como se fosse uma matéria...por segundos, minutos.
Algumas pessoas são espalhafatosas, como um personagem feito por Regina Casé.
Algumas são discretas, sistemáticas, poucas vezes dá pra se prever uma atitude ou imaginar oque se passa pela cabeça dela. Como personagens feitos por Fernanda Montenegro.
Sabe, a vida brinca muito com as pessoas... e como se essa tal “VIDA” fosse nada mais do que alguém brincando com milhares de fantoches...
Eu me considero uma ironia , posso prever as atitudes dos outros... mas poucas vezes acerto quando se diz ao meu respeito.
Texto de : PYO
terça-feira, 5 de junho de 2012
Quero um amor....
Quero um
amor para dividir as coisas, um amor para me sentir inteira sem nenhum pedaço
espalhado, um amor para me ensinar a ensinar de volta, um amor para
compartilhar sem me sentir sugada, sufocada, um amor que não sei se existe, mas
que eu sonho em encontrar, enquanto isso… Que outros amores venham!
Esquecer e perdoar.
É isso que dizem por aí.
É um bom conselho,
mas não muito prático.
Quando alguém nos machuca, queremos machucá-los de
volta.
Quando alguém erra conosco, queremos estar certos.
Sem perdão, antigos
placares nunca empatam, velhas feridas nunca fecham.
E o máximo que podemos
esperar é que um dia tenhamos a sorte de esquecer.
Meredith Grey
Garotas que sonham
Sabe quando você era uma garotinha e acreditava em contos de
fadas? Aquela fantasia de como sua vida seria - o vestidinho branco, o Príncipe
Encantado que iria te carregar até o castelo. Você se deitava na cama à noite,
fechava os olhos e acreditava piamente em tudo. No Papai Noel, na Fada dos Dentes, no Príncipe Encantado -
eles estavam tão perto de você que dava para sentir o gostinho deles. Mas aí
você cresce e um dia você abre os olhos e o conto de fadas desaparece. A
maioria das pessoas acabam então se dedicando às coisas e às
pessoas em que confiam. Mas o lance é que é difícil se desprender
totalmente de um conto de fadas porque quase todo mundo tem um tiquinho de fé e
esperança que uma dia eles vão abrir os olhos e tudo aquilo vai se tornar
realidade. Meredith Grey
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